O divagador

perfil 01Iury Costa. Jornalista (amante de café, obviamente) desde um dia desses. Estudante de Letras e ávido leitor de revistas (várias) e livros (alguns, mas tentando melhorar o quesito). Cristão e estudante de tudo que dá tempo de fazer. Viajante do maravilhoso mundo da imaginação (parafraseando a Xuxa?). Desbravador das histórias – desconhecidas, conhecidas, estranhas, trágicas e engraçadas – que nos cercam. Afinal, desbravar é o trabalho do jornalista. Não é? Ou será do escritor? De qualquer forma, tento ser os dois. Sou um aspirante a escritor e cronista na horas vagas. Ah, e como podem ver, metido a blogueiro.

Ultimamente, meus gostos literários estão de frente para o mar. O quase paraíso de algumas poucas ruas onde estão situados os bairros do Leblon, Ipanema e Copacabana. Ou melhor: João Ubaldo Ribeiro, Danuza Leão e Carlos Drummond de Andrade. Confesso que me apaixonei mais por Ipanema, mas os outros continuam a me dar deslumbre. Trocadilhos a parte, os bairros são maravilhosos idem.

Por que escrever em um blog?

Aquilo de sempre. Escrevia apenas para mim, e, às vezes, mostrava para alguns amigos. Daí, ao conversar com alguns deles, surgiu a ideia de escrever em um blog. Não para me promover, mas para funcionar como um arquivo mais evidente, já que os textos acabavam se perdendo depois que eu mostrava para alguém. É claro que em um blog também existe uma exposição maior.  E isso também é ótimo!

Quando publicamos em um blog, nós diminuímos drasticamente a distância entre o escritor (a depender do blog, obviamente) e o seu leitor. Quando dependíamos apenas de editoras para publicar nossos livros, tínhamos que seguir todo um passo a passo e uma burocracia para se aproximar do leitor, até mesmo pelo extremo desconhecido pré editora. Hoje em dia é aldeia global, todos conectados, e todos se tornaram possíveis leitores, comentaristas e críticos. É claro que, para publicação, ainda existem alguns passos, mas a pessoa não vai enfrentar o mercado bibliográfico sendo um completo desconhecido.

Por que divagar?

Que não divaga? Por onde passamos nós imaginamos coisas. Não digo ter que imaginar algo extravagante ou esquematizado, mas algo simples e corriqueiro, como estar no supermercado e lembrar de comprar paracetamol na farmácia que tem convênio com a sua paróquia, e que vai ajudar na conta de luz. Como estar em um ônibus passando no viaduto e imaginar um avião caindo. E a partir disso tudo formular histórias engraçadas, tristes, com moral no último parágrafo. Ou apenas imaginar históricas curtas, parando apenas no paracetamol. O importante é atentar para quando os assuntos aparecerem na mente e canalizar para o papel. Ou então se lembrar depois para contar a alguém. O importante é não deixar uma boa história se perder no emaranhado de ideias e pensamentos que nós temos.

E aí?

E aí, eu espero que você goste dos meus textos. Curtir, comentar e compartilhar faz parte também disso. Não prometo um padrão para as minhas postagens. O texto que aparecer na minha cabeça, eu escrevo. O único padrão talvez seja por conta de que a maioria é formada por crônicas, que podem ser do cotidiano, de história, de estórias. Então, aparece de vez em quando por aqui, que também postarei de vez em quando.

A princípio, eu vou postar meus textos mas antigos, que já estavam na prateleira do tumblr. Em seguida, vou me atualizando e postando algo inédito. No final, quem sabe, pode até sair um livro! Hehe

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